Telecom é pilar para um plano nacional de desenvolvimento

Telecom é pilar para um plano A indústria fornecedora terá um papel muito importante no processo de transformação das telecomunicações do Brasil. Na avaliação do presidente do CPqD, Sebastião Sahão Junior, é preciso um trabalho conjunto de todo o setor para a modernização das políticas públicas para telecomunicações, que são o principal pilar de progresso do País. Assistam à entrevista.

Governo quer criar ecossistema de inovação para Internet das Coisas

Governo quer criar ecossistema deMais do que o anúncio efetivo do Plano Nacional de Internet das Coisas, o governo quer, em comunhão com a iniciativa privada, fomentar um ecossistema de inovação para as iniciativas de IoT. Esta foi uma das conclusões da sessão temática Plano Nacional de IoT: Prioridades e objetivos, realizada no Painel Telebrasil 2017. O plano foi elaborado a partir de estudo de responsabilidade do BNDES e do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), conduzido por um consórcio formado pela McKinsey, Fundação CPqD e o escritório de advocacia Pereira Neto/Macedo.

Estratégia Digital Brasileira será concluída até o final do ano

Estratégia Digital Brasileira será A proposta da Estratégia Digital Brasileira (EDB) deve ser concluída até o final do ano, segundo disse a diretora de Políticas e Programas Setoriais em Tecnologia da Informação e Comunicações do MCTIC, Miriam Wimmer, durante a sessão temática Estratégia Digital Brasileira: políticas para o futuro, no Painel Telebrasil 2017. Ela ponderou que a EDB está condicionada à aprovação do plano de conectividade, em fase final de elaboração no MCTIC.

Políticas públicas de telecomunicações e novas regras para o espectro são essenciais num novo modelo

Políticas públicas de telecomunicações A revisão do modelo de telecomunicações precisa abranger pelo menos dois aspectos: políticas públicas e agenda regulatória. Foi sobre isso que falaram o diretor do Departamento de Serviços de Telecomunicações do MCTIC, Laerte Cleto, e o conselheiro da Anatel Leonardo Euler de Morais durante a sessão temática Novo modelo: a migração para autorizações e as novas regras para o espectro, realizada no Painel Telebrasil.

Novo regulamento de qualidade entra em debate ainda em outubro

Novo regulamento de qualidade entra em debate ainda em outubroA Anatel discute incluir na análise da performance das prestadoras de telecomunicações o modo como elas atendem seus clientes. A agência já faz pesquisas que tentam medir a satisfação dos usuários, e a ideia é fazer dessa percepção um indicador de qualidade. "Hoje, o modelo é muito focado em elementos de rede. Ele traz algumas questões relacionadas à experiência do cliente, mas a gente está dando peso a isso, de modo que a experiência do cliente seja traduzida pela modelo de qualidade da Anatel", explicou a superintendente de Relações com os Consumidores, Elisa Leonel, que participou da sessão temática Impactos da revisão da regulamentação de qualidade, durante o Painel Telebrasil.

Brasil vai precisar entre 69 e 400 MHz para alocar a demanda do 5G

Brasil vai precisar entre 69 e 400 MHzA Agência Nacional de Telecomunicações calcula que o Brasil precisa entre 69 e 400 megahertz de espectro para alocar as necessidades da 5G. Em apresentação durante a sessão temática O Caminho para o 5G, no Painel Telebrasil, Tarcísio Aurélio Bakaus, coordenador de Planejamento de Espectro e Assuntos Internacionais da Anatel, disse que algumas faixas foram identificadas, citando 1,5 GHz, 2,3 GHz e 3,5 GHz. De acordo com ele, a gestão do espectro deve ser feita sob a ótica do que será alocado e realocado ao serviço que mais necessita e tendo em vista que a escassez de espectro é um problema técnico com implicações econômicas e de desenvolvimento do País.

Decreto para investimentos em redes de telecom vai sair em outubro

Decreto para investimentos em redes de telecom vai sair em outubro Está pronta a minuta de decreto com as diretrizes para investimentos em redes de telecomunicações. A proposta dos técnicos do MCTIC é colocar em consulta pública assim que houver definição de agenda do ministro Gilberto Kassab, o que é esperado acontecer ainda na primeira quinzena de outubro. O marco central é a determinação de que a prioridade será a construção de redes de transporte em fibra óptica naqueles municípios onde elas ainda não existem.

Choque de desenvolvimento só virá com a construção de infraestrutura

Choque de desenvolvimento só virá com a construção de infraestruturaO Brasil precisa de um choque de desenvolvimento, e ele só virá com a construção de infraestrutura capaz de levar banda larga para as regiões mais carentes e ainda não assistidas pela iniciativa privada, observou o conselheiro da Anatel Aníbal Diniz, que participou da sessão temática Desafios da expansão da infraestrutura urbana.

Leis municipais devem seguir a Lei Geral das Antenas

Leis municipais devem seguir O município de Uberlândia (MG) foi, a exemplo de 2016, o primeiro colocado na edição deste ano do ranking das Cidades Amigas da Internet, entre as 100 maiores cidades brasileiras em população. O Rio de Janeiro também foi premiado, com o título de município destaque, pela evolução apresentada em relação ao ranking anterior, tendo subido 61 posições.

Consolidação é inevitável no mundo da internet e das telecomunicações

Consolidação é inevitável no mundo da internet e das telecomunicações Com a receita de serviços tradicionais em queda e a valorização constante das empresas de internet, as prestadoras de telecomunicações vêm perdendo valor de mercado, o que requer uma reorganização do ecossistema. O diagnóstico foi feito pelo superintendente de Competição da Anatel, Abraão Balbino, durante a sessão temática Mídia, Conteúdo e Telecom: consolidação inevitável. O executivo da agência reguladora sugeriu medidas para reverter o cenário, entre elas, a consolidação horizontal do mercado, para ganhar escala e reduzir a pressão competitiva.

Reforma trabalhista: mais agilidade na relação entre patrões e empregados

reformas trabalhistasAo participar de sessão temática A Reforma da Produtividade, sobre a reforma trabalhista, o relator do projeto na Câmara, deputado Rogério Marinho (PSDB/RN), mostrou-se contrário à adoção de uma medida provisória para esclarecer os pontos pendentes da legislação. Ele defendeu o envio de um projeto de lei com urgência constitucional. "Tudo que não se precisa é de incerteza jurídica no momento de implantação da legislação", reforçou o parlamentar.

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