Alta carga tributária impõe barreiras ao Brasil para chegar à era digital

Alta carga A redução da carga tributária é um tema recorrente do setor de telecomunicações, mas é fato que serviços como banda larga e telefonia móvel precisam receber um novo tratamento do governo e serem considerados, de fato, essenciais para o desenvolvimento, o que significaria aplicar uma redução gradativa nas alíquotas dos impostos para patamares correspondentes a serviços assim considerados. Ter esse reconhecimento é um dos pontos da Carta de Brasília 2017, entregue ao Ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações durante o Painel Telebrasil 2017, realizado nos dias 19 e 20 de setembro, na capital federal.

Reforma tributária: telecomunicações ficam na categoria do imposto seletivo

reformaA reforma tributária tem como função aumentar a competitividade das empresas, segundo o relator da proposta na Câmara, deputado federal Luiz Carlos Hauly (PSDB/PR). “Estamos fazendo uma reengenharia tributária, tecnológica e política”, sustenta, em entrevista especial à Newsletter da Telebrasil. Segundo o deputado, as mudanças propostas são bastante significativas e exigirão ser regulamentadas por leis complementares, que determinarão alíquotas que ainda serão definidas. Ao setor de telecomunicações, o parlamentar assegura que a ideia não é aumentar a carga tributária.

Aumentar imposto é impedir a massificação da banda larga

aumentar O Brasil não tem mais espaço para aumentar a carga tributária imposta ao setor de serviços, afirma o deputado Walter Ihoshi (PSD/SP). Em entrevista à Newsletter da Telebrasil, o parlamentar diz que vê essa possibilidade com muita preocupação e apreensão, principalmente, quando ainda há milhares de brasileiros desempregados.

Febratel posiciona-se contra o aumento do PIS/Cofins

Febratel posiciona-seA Federação Brasileira de Telecomunicações (Febratel) reforçou o posicionamento do setor de serviços contrário ao aumento da alíquota do PIS/Cofins, em reunião realizada com o Ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, no dia 20 de outubro. A Federação alertou para os efeitos que uma eventual mudança no regime do tributo poderia ter na produtividade e na competitividade do País.

Sem revisão da carga tributária, Brasil pode limitar internet das coisas

sem revisão Os presidentes das empresas prestadoras de serviços de telecomunicações no Brasil alertaram, em audiência com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, realizada no dia 20 de outubro, sobre os riscos que a excessiva carga tributária sobre o setor de telecomunicações representa para a utilização da tecnologia de internet das coisas (IoT, na sigla em inglês). Eles destacaram que é preciso rever, com urgência, a tributação dos dispositivos e serviços do ecossistema.

Reoneração da folha nas TICs trará efeito negativo à Receita Federal

Reoneração da folha A retomada do projeto de reoneração da folha de pagamento, longe de trazer o aumento na arrecadação esperado pelo Governo, deve piorar as contas, até em função do atual momento do País, aponta a diretora da LCA Consultores, Claudia Viegas.

Isenção de Fistel para banda larga via satélite aumentaria a arrecadação em até R$ 2 bilhões

Isenção A evolução dos serviços prestados via satélite, especialmente com o uso da banda Ka para a banda larga, torna essa tecnologia uma alternativa viável de acesso à internet, especialmente em países de grande extensão territorial, como o Brasil. No entanto, a tributação atrapalha que isso aconteça na prática. E não deveria. Como mostra o conselheiro da Anatel Leonardo Euler de Morais, tirar o Fistel das antenas VSATs não apenas impulsionaria o mercado, mas também a própria arrecadação.

GSMA: redução da tributação excessiva no setor móvel trará estabilidade fiscal na América Latina

GSMA A tributação excessiva do setor móvel aumenta a barreira de acesso à inclusão digital na América Latina, assim como regimes de tributação incertos e complexos afetam a capacidade de investimento das prestadoras de serviços de telecomunicações na implantação de infraestrutura, adverte o relatório "Tributação da conectividade móvel na América Latina: uma revisão da tributação do setor móvel e seu impacto na inclusão digital", divulgado pela GSMA, entidade que reúne prestadoras, fabricantes e indústria do ecossistema móvel.

Nova política para banda larga prevê cessão de prédios públicos para instalação de antenas

Nova política A nova política para banda larga, segundo decreto que está sendo discutido em consulta pública, prevê o uso de prédios federais por prestadoras para a instalação de infraestrutura, como antenas de celular. A proposta é que as empresas de serviços de telecomunicações procurem o órgão responsável pelo edifício a ser usado, em procedimento que dispensa licitação.

Municípios jogam contra si mesmos ao criarem entraves para a instalação de antenas

Muni Mesmo dois anos após a aprovação da Lei das Antenas (13.116/15), ainda há mais de 300 municípios brasileiros com regras distintas e limitações que extrapolam a legislação federal, o que dificulta o processo de expansão da infraestrutura e, portanto, a ampliação da cobertura dos serviços.

Ministério do Trabalho concede registro sindical à Confederação Nacional da Tecnologia da Informação e Comunicação

vozes O Ministério do Trabalho publicou, em 27 de outubro, portaria que concedeu o registro sindical à Confederação Nacional da Tecnologia da Informação e Comunicação (Contic). A entidade nasce num momento em que o País enfrenta grandes desafios, comprometida com a retomada de um novo ciclo virtuoso para o Brasil, atuando para contribuir com a promoção da competitividade e da produtividade da economia, com a inclusão dos cidadãos brasileiros e com a conectividade de cidades, empresas, pessoas e coisas.

Eduardo Levy é o novo presidente do Conselho Consultivo da Anatel

eduardolevyO Conselho Consultivo da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) elegeu no último dia 30 de outubro, para a presidência do órgão, o engenheiro Eduardo Levy, que é presidente-executivo da Telebrasil e representa, no Conselho, as entidades de classe das prestadoras de serviços de telecomunicações. Rosely Fernandes, presidente da Associação Brasileira de Procons e representante dos usuários, foi eleita para o cargo de vice-presidente do Conselho Consultivo. O mandato de ambos tem duração de um ano.

Revisão do modelo é urgente para o Brasil seguir rumo à era digital

Revisão do modelo é urgente paraNa cerimônia de abertura do 61º Painel Telebrasil, que neste ano teve como tema principal Telecomunicações: um novo ciclo, o presidente da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), Luiz Alexandre Garcia, enfatizou que somente a atualização do modelo de telecomunicações poderá viabilizar um novo ciclo de investimentos no Brasil.

Gilberto Kassab: Carta de Brasília é um roteiro para as ações do Ministério

Gilberto Kassab-Carta de Brasília é um roteiro para as ações do Ministério Ao participar da solenidade de abertura do 61º Painel Telebrasil, o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, garantiu que há um esforço do governo para atender às expectativas da indústria de telecomunicações. Ele ressaltou que o evento destina-se a comemorar os avanços, mas também a refletir sobre os rumos da parceria entre governo e iniciativa privada e corrigi-los.

Atraso na mudança do modelo de telecom onera a sociedade

Atraso na mudança do modelo deAo proferir a palestra de abertura do Painel Telebrasil 2017, o presidente da Anatel, Juarez Quadros, antecipou as próximas prioridades da agenda regulatória, destacando mudanças na avalição de qualidade e regras para a Internet das Coisas.

Banda larga precisa de investimentos acima de R$ 100 bilhões

Banda larga precisa de investimentosO Brasil precisa de investimentos entre R$ 100 bilhões e R$ 200 bilhões para alcançar um índice de penetração de 90% da banda larga em dez anos. O montante inclui investimentos tanto da iniciativa privada quanto do governo, estes últimos essenciais para criar políticas de incentivo para levar a internet a áreas remotas e pouco ou nada atraentes para os provedores de serviços de telecomunicações, conforme explicou Marcos Aguiar, sócio-diretor do BCG South America.

Prioridade é levar conectividade a quem não tem

Prioridade é levar conectividade O governo apresentou, durante a 61ª edição Painel Telebrasil 2017, as linhas mestras da nova política pública para a massificação da banda larga. Uma minuta de decreto será colocada em consulta pública nas próximas semanas. Municípios populosos sem oferta de rede, especialmente se estiverem no programa Cidades Digitais, terão prioridade.

Regulação de IoT deve ser precisa, simples e clara

Regulação de IoT deve ser Novos produtos e serviços viabilizados pela Internet das Coisas devem adicionar US$ 50 bilhões à economia brasileira até 2025, montante que pode chegar a US$ 200 bilhões, segundo mostrou o então secretário de Políticas de Informática do MCTIC, Maximiliano Martinhão, ao participar do Painel Telebrasil 2017. Em todo o mundo, a previsão é que a IoT adicione de US$ 4 trilhões a US$ 11 trilhões à economia. Cerca de 40% desse valor serão gerados pelos países emergentes.

Prestadoras alertam que a indústria parou de fazer dinheiro

Prestadoras alertam que a indústriaO centro das discussões do painel Início de um novo ciclo: os ajustes essenciais, no Painel Telebrasil 2017, foi o desgaste do modelo atual do setor e das condições tributárias brasileiras, que prejudicam a sustentabilidade do mercado de telecomunicações ao impor condições que reduzem o retorno dos investimentos a um terço do nível global. Como alertaram os executivos das principais prestadoras de serviços do País, sem receitas não há como investir mais.

Legislação precisa mudar para atender a exigências do consumidor

Legislação precisa mudar para atender a exigências do consumidor A sociedade brasileira precisa reconhecer o papel essencial que o setor de telecomunicações tem no desenvolvimento do País, e o governo deve adotar ações regulatórias, por meio de legislação, e estratégias políticas e de investimentos para promover o avanço das telecomunicações. Esta é a visão de José Félix, CEO da Claro Brasil, a respeito do cenário nacional. O executivo participou do painel Políticas públicas para um setor estruturante.

Garcia, da Algar: está na hora de reformular o modelo de telecomunicações

Presidente da Telebrasil defende a desconstrução do modelo de telecomunicações Está na hora de reformular o modelo brasileiro de telecomunicações, defendeu Luiz Alexandre Garcia, presidente da Telebrasil, em entrevista durante o Painel Telebrasil 2017. "O grande motivador da disrupção digital é o comportamento dos consumidores. Talvez não tenhamos de adaptar o modelo que foi construído na LGT [Lei Geral das Telecomunicações], mas desconstruí-lo para criar algo novo para tratar as características do mercado, que hoje é mais volátil e dinâmico", explicou.

Fadiga regulatória prejudica avanços no País

Fadiga regulatória prejudicaA aprovação do PLC 79/16 pelo Senado será um pontapé inicial para as mudanças que precisam vir na sequência para viabilizar mais investimentos, pontuou o vice-presidente da Telefônica Brasil, Gustavo Gachineiro, ao participar do painel Políticas públicas para um setor estruturante no Painel Telebrasil 2017.

Fornecedores precisam estar aptos a suprir a demanda

Fornecedores precisam estar Mesmo sendo um setor muito competitivo, o momento é de um alinhamento – ainda que com pontos de vistas divergentes – para estruturar políticas públicas que viabilizem o ecossistema de serviços de telecomunicações, afirmou o CFO da Huawei, Julio de Souza, ao participar do Painel Telebrasil 2017.

O avanço do Brasil rumo ao 5G

O avanço do Brasil rumo ao 5G Ao participar do painel Políticas públicas para um setor estruturante, no Painel Telebrasil, o presidente da Qualcomm, Rafael Steinhauser, reforçou que o País avançou nos últimos anos, mas apontou que há quatro pontos ainda não solucionados: a universalização da banda larga, a educação, a política industrial e a adoção de novas tecnologias.

Agenda do futuro passa pelo fim do impasse do PLC 79

Internet das Coisas exige regras distintas das telecomunicações tradicionaisÉ necessário superar de forma definitiva o impasse criado em torno do PLC 79, que é uma etapa fundamental da renovação do quadro regulatório do setor, mas também é preciso avançar porque há outras reformas. "A transformação digital exige que se vá além do PLC 79", sustentou o presidente da TIM Brasil, Stefano De Angelis, ao participar do painel Telecomunicações e IoT: uma revolução em curso.

Inovação deve ser a prioridade da revisão da Lei de Informática

Inovação deve ser a prioridade da O Brasil deveria aproveitar o momento de revisão da Lei da Informática para criar um ambiente de inovação para o País. Em entrevista à newsletter da Telebrasil, durante o Painel Telebrasil 2017, Eduardo Ricotta, presidente da Ericsson Brasil, defendeu que isto poderia impulsionar a criação local de software.

Competitividade é a chave da política industrial

Competitividade é a chaveDurante o painel Uma agenda para o futuro, os fornecedores colocaram à mesa a necessidade do avanço de uma política industrial para telecomunicações. O chairman da Nokia, Aluizio Byrro, reforçou que, antes de tudo, essa estratégia precisa ser competitiva.

Internet das Coisas: a hora da retomada dos investimentos

Internet das Coisas a hora da Em entrevista à newsletter da Telebrasil, o diretor-presidente da Trópico, Paulo Roberto Cabestré, afirmou que a era dos objetos conectados é uma oportunidade para a retomada dos investimentos. "Estamos nos preparando para oferecer um portfólio competitivo, uma vez que a demanda virá", pontuou. Assistam à entrevista.

Telecom é pilar para um plano nacional de desenvolvimento

Telecom é pilar para um plano A indústria fornecedora terá um papel muito importante no processo de transformação das telecomunicações do Brasil. Na avaliação do presidente do CPqD, Sebastião Sahão Junior, é preciso um trabalho conjunto de todo o setor para a modernização das políticas públicas para telecomunicações, que são o principal pilar de progresso do País. Assistam à entrevista.

Governo quer criar ecossistema de inovação para Internet das Coisas

Governo quer criar ecossistema deMais do que o anúncio efetivo do Plano Nacional de Internet das Coisas, o governo quer, em comunhão com a iniciativa privada, fomentar um ecossistema de inovação para as iniciativas de IoT. Esta foi uma das conclusões da sessão temática Plano Nacional de IoT: Prioridades e objetivos, realizada no Painel Telebrasil 2017. O plano foi elaborado a partir de estudo de responsabilidade do BNDES e do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), conduzido por um consórcio formado pela McKinsey, Fundação CPqD e o escritório de advocacia Pereira Neto/Macedo.

Estratégia Digital Brasileira será concluída até o final do ano

Estratégia Digital Brasileira será A proposta da Estratégia Digital Brasileira (EDB) deve ser concluída até o final do ano, segundo disse a diretora de Políticas e Programas Setoriais em Tecnologia da Informação e Comunicações do MCTIC, Miriam Wimmer, durante a sessão temática Estratégia Digital Brasileira: políticas para o futuro, no Painel Telebrasil 2017. Ela ponderou que a EDB está condicionada à aprovação do plano de conectividade, em fase final de elaboração no MCTIC.

Políticas públicas de telecomunicações e novas regras para o espectro são essenciais num novo modelo

Políticas públicas de telecomunicações A revisão do modelo de telecomunicações precisa abranger pelo menos dois aspectos: políticas públicas e agenda regulatória. Foi sobre isso que falaram o diretor do Departamento de Serviços de Telecomunicações do MCTIC, Laerte Cleto, e o conselheiro da Anatel Leonardo Euler de Morais durante a sessão temática Novo modelo: a migração para autorizações e as novas regras para o espectro, realizada no Painel Telebrasil.

Novo regulamento de qualidade entra em debate ainda em outubro

Novo regulamento de qualidade entra em debate ainda em outubroA Anatel discute incluir na análise da performance das prestadoras de telecomunicações o modo como elas atendem seus clientes. A agência já faz pesquisas que tentam medir a satisfação dos usuários, e a ideia é fazer dessa percepção um indicador de qualidade. "Hoje, o modelo é muito focado em elementos de rede. Ele traz algumas questões relacionadas à experiência do cliente, mas a gente está dando peso a isso, de modo que a experiência do cliente seja traduzida pela modelo de qualidade da Anatel", explicou a superintendente de Relações com os Consumidores, Elisa Leonel, que participou da sessão temática Impactos da revisão da regulamentação de qualidade, durante o Painel Telebrasil.

Brasil vai precisar entre 69 e 400 MHz para alocar a demanda do 5G

Brasil vai precisar entre 69 e 400 MHzA Agência Nacional de Telecomunicações calcula que o Brasil precisa entre 69 e 400 megahertz de espectro para alocar as necessidades da 5G. Em apresentação durante a sessão temática O Caminho para o 5G, no Painel Telebrasil, Tarcísio Aurélio Bakaus, coordenador de Planejamento de Espectro e Assuntos Internacionais da Anatel, disse que algumas faixas foram identificadas, citando 1,5 GHz, 2,3 GHz e 3,5 GHz. De acordo com ele, a gestão do espectro deve ser feita sob a ótica do que será alocado e realocado ao serviço que mais necessita e tendo em vista que a escassez de espectro é um problema técnico com implicações econômicas e de desenvolvimento do País.

Decreto para investimentos em redes de telecom vai sair em outubro

Decreto para investimentos em redes de telecom vai sair em outubro Está pronta a minuta de decreto com as diretrizes para investimentos em redes de telecomunicações. A proposta dos técnicos do MCTIC é colocar em consulta pública assim que houver definição de agenda do ministro Gilberto Kassab, o que é esperado acontecer ainda na primeira quinzena de outubro. O marco central é a determinação de que a prioridade será a construção de redes de transporte em fibra óptica naqueles municípios onde elas ainda não existem.

Choque de desenvolvimento só virá com a construção de infraestrutura

Choque de desenvolvimento só virá com a construção de infraestruturaO Brasil precisa de um choque de desenvolvimento, e ele só virá com a construção de infraestrutura capaz de levar banda larga para as regiões mais carentes e ainda não assistidas pela iniciativa privada, observou o conselheiro da Anatel Aníbal Diniz, que participou da sessão temática Desafios da expansão da infraestrutura urbana.

Leis municipais devem seguir a Lei Geral das Antenas

Leis municipais devem seguir O município de Uberlândia (MG) foi, a exemplo de 2016, o primeiro colocado na edição deste ano do ranking das Cidades Amigas da Internet, entre as 100 maiores cidades brasileiras em população. O Rio de Janeiro também foi premiado, com o título de município destaque, pela evolução apresentada em relação ao ranking anterior, tendo subido 61 posições.

Consolidação é inevitável no mundo da internet e das telecomunicações

Consolidação é inevitável no mundo da internet e das telecomunicações Com a receita de serviços tradicionais em queda e a valorização constante das empresas de internet, as prestadoras de telecomunicações vêm perdendo valor de mercado, o que requer uma reorganização do ecossistema. O diagnóstico foi feito pelo superintendente de Competição da Anatel, Abraão Balbino, durante a sessão temática Mídia, Conteúdo e Telecom: consolidação inevitável. O executivo da agência reguladora sugeriu medidas para reverter o cenário, entre elas, a consolidação horizontal do mercado, para ganhar escala e reduzir a pressão competitiva.

Reforma trabalhista: mais agilidade na relação entre patrões e empregados

reformas trabalhistasAo participar de sessão temática A Reforma da Produtividade, sobre a reforma trabalhista, o relator do projeto na Câmara, deputado Rogério Marinho (PSDB/RN), mostrou-se contrário à adoção de uma medida provisória para esclarecer os pontos pendentes da legislação. Ele defendeu o envio de um projeto de lei com urgência constitucional. "Tudo que não se precisa é de incerteza jurídica no momento de implantação da legislação", reforçou o parlamentar.

De olho no futuro das telecomunicações

de olho no futuroEm 2018, a privatização do Sistema Telebras completa 20 anos, assim como as bases atuais vigentes do mercado de telecomunicações. É o momento de pensar uma agenda do futuro para definir se telecom será uma prioridade nacional para o desenvolvimento econômico e social.

Revolução digital exige o protagonismo das telecomunicações

revolucao digitalTelecomunicações: Um Novo Ciclo é o tema da 61ª edição do Painel Telebrasil, que acontece nos dias 19 e 20 de setembro, em Brasília. E isto só acontecerá de forma efetiva se o Brasil priorizar a banda larga como principal meio de desenvolvimento econômico e social. "É necessário reforçar o papel das telecomunicações na revolução digital", pontua o presidente da Telebrasil, Luiz Alexandre Garcia.
Em entrevista à newsletter da Telebrasil, o executivo ressalta que a conectividade é fundamental para fomentar gestões mais eficientes, com a oferta de melhores serviços ao cidadão brasileiro, e para aumentar a produtividade. Garcia lembra que pela conectividade passam, entre outras iniciativas, as Cidades Inteligentes e a Internet das Coisas.
"O momento é tão significativo para o Brasil marcar seu papel na era digital que insistimos na priorização dos investimentos bons para destiná-los ao aumento da infraestrutura de banda larga em todo o País”, reforça Garcia.

Ajustes são essenciais para o Brasil atrair mais investimentos

ajustes sao essenciais para o brasil atrair mais investimentosOs ajustes essenciais para a geração de um novo ciclo de investimentos em telecomunicações são tema do primeiro debate do Painel Telebrasil, no dia 20 de setembro, em Brasília. Participarão da sessão o presidente da Anatel, Juarez Quadros, e os presidentes Eduardo Navarro, da Telefónica do Brasil, José Félix, da América Móvil, Luiz Alexandre Garcia, do Grupo Algar, Marcos Schroeder, da Oi, e Stefano De Angelis, da TIM. O debate contará ainda com uma palestra do sócio-diretor do BCG South America, Marcos Aguiar.

Políticas públicas: prioridades para uma agenda em prol da banda larga

politicas publicasO Brasil superou, em junho, a marca dos 200 milhões de acessos móveis à Internet. Consideradas as redes de Internet fixa e móvel, os números mostram um total de 229,6 milhões de acessos no País. A expansão dos acessos é significativa, mas ainda é preciso estipular medidas que fomentem levar a banda larga para áreas não atendidas.

Telecomunicações e Internet das Coisas: uma revolução em curso

telecomunicacoes e internet das coisas uma revolucao em cursoAs telecomunicações estão no centro de toda a mudança imposta pela Internet das Coisas, e o Brasil tem todos os requisitos para se tornar um líder global nesta área, mas é hora de criar um ecossistema favorável ao desenvolvimento de negócios. Um dos passos em andamento é a elaboração do Plano Nacional de Internet das Coisas, que exige a abordagem do impacto dos objetos conectados na sociedade, do ambiente regulatório (tanto via Anatel quanto via instrumentos de desoneração fiscal); da infraestrutura e conectividade; inovação e ecossistemas; talentos (capacitação); investimento e financiamento; e internacionalização.

Mercado e governo discutem plano para Internet das Coisas

mercado e governo discutem plano para internet das coisasNa reta final de elaboração, o Plano Nacional da Internet das Coisas será um dos temas dominantes durante as sessões temáticas que abrem a 61ª edição do Painel Telebrasil, no dia 19 de setembro. Mercado e governo vão discutir linhas de ação, prioridades, tecnologia, privacidade, segurança e os ajustes regulatórios envolvidos no ambiente propício ao desenvolvimento da Internet das Coisas.
As sessões temáticas sobre Internet das Coisas irão atualizar o estágio da elaboração do plano nacional, que neste momento desenha o ecossistema produtivo no País, e definir a melhor forma de regulamentar esse ambiente de conectividade plena.

Desafios regulatórios com o novo modelo de telecomunicações

desafios regulatorios com o novo modelo de telecomunicacoesO Brasil prepara um novo modelo de telecomunicações e a Faixa Políticas Públicas e Regulamentação – parte das sessões temáticas da 61ª edição do Painel Telebrasil – debaterá como o País desenhará esse novo cenário regulatório à espera da votação no Senado Federal do Projeto de Lei 79/16.

Como o setor de telecomunicações se adaptará à nova era do trabalho?

como o setor de telecom se adaptaraPela primeira vez no Painel Telebrasil haverá uma sessão especial para discutir as relações de trabalho. Essa iniciativa se faz necessária em função da aprovação da reforma trabalhista, que entra em vigor em novembro, e da sanção, em março, da Lei da Terceirização, pelo presidente da República, Michael Temer.

Municípios colhem os ganhos de serem amigos da Internet

municipios colhem os ganhos de serem amigos da internetA expansão do acesso móvel, principalmente nos centros urbanos, ainda é um desafio frente à burocracia e aos custos envolvidos na ampliação das estações radiobase. Mas há experiências bem-sucedidas e soluções implantadas que podem servir de inspiração às metrópoles.

Telecomunicações são cruciais para construir o futuro do Brasil

Telecomunicações-02-08-2017A Lei Geral de Telecomunicações – que completou 20 anos no dia 28 de julho – foi à época uma legislação moderna que trouxe muitos avanços para o Brasil, e as próximas décadas estão sendo definidas a partir da aprovação das novas regras inseridas em sua revisão, sustenta o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab.

Construir rede é a prioridade do Plano Nacional de Conectividade

construir rede-02-08-2017O novo Plano Nacional de Conectividade – que faz uma revisão das políticas públicas voltadas à expansão do acesso à Internet no País, em substituição ao Programa Nacional de Banda larga – será colocado em consulta pública em agosto, conforme revela o secretário de Telecomunicações do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), André Borges.

Frente parlamentar em apoio às cidades inteligentes quer desonerar Internet das Coisas

Frente parlamentar-02-08-2017 Para gerar um ambiente favorável ao desenvolvimento de novas redes de telecomunicações, deputados e senadores criaram a Frente Parlamentar Mista em Apoio às Cidades Inteligentes e Humanas e têm na mira projetos para desonerar o setor e usar recursos já disponíveis para fomentar infraestruturas de nova geração.

Sem conectividade não existe a indústria 4.0

Sem conectividade-02-08-2017 A virtualização e a capacidade de realizar network slicing, que permite a uma operadora gerar diversos tipos de rede a partir de uma infraestrutura única, compõem os aspectos mais sensíveis no processo de migração para a chamada indústria 4.0. A afirmação é de David Hutton, líder da área de Networks da GSMA, em entrevista à newsletter da Telebrasil. De acordo com Hutton, a conectividade é imprescindível na migração para a indústria 4.0, e a virtualização será um aspecto mais que evolutivo do 5G.

Harmonização do espectro é vital para a banda larga móvel

Harmonização-02-08-2017A harmonização do espectro é crucial para o Brasil se preparar para a nova era da conectividade que virá com o 5G. A advertência é feita pela diretora da Área de Espectros Futuros da GSMA, Luciana Camargo. Em entrevista à newsletter da Telebrasil, a especialista destaca que os consumidores do Brasil se beneficiaram do papel ativo desempenhado pela indústria e pelo governo para garantir que o País esteja alinhado com o espectro harmonizado para a banda larga móvel.

Cidades Inteligentes são prioridade no Plano Nacional de Internet das Coisas

Cidades inteligentes - 02-08-2017Cidades Inteligentes, Saúde e Rural. Estas serão as áreas prioritárias de direcionamento de iniciativas e políticas públicas para o desenvolvimento da Internet das Coisas (IoT) no Brasil, de acordo com as conclusões da fase 2 do estudo técnico “Internet das Coisas: um plano de ação para o Brasil”, que é capitaneado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e pelo Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC).

Brasil supera os 200 milhões de acessos móveis à Internet

Brasil supera - 02-08-2017O Brasil já ultrapassou a marca de 200 milhões de acessos móveis à Internet. De acordo com balanço da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil) do mês de junho, o número de acessos nas tecnologias 3G e 4G chegou a 202 milhões. Ao todo 5.030 municípios já contam com infraestrutura móvel de internet. São cidades onde moram 98,4% da população brasileira.

Brasil teve aumento de 451% na adoção de velocidade de 15 Mbps

Brasil aumento - 02-08-2017 Elaborado trimestralmente pela Akamai, o ranking global de velocidade de conexões à Internet atesta a boa performance do Brasil na banda larga. De acordo com o levantamento, o País teve média de 6,8 Mbps no primeiro trimestre de 2017. Isso significa uma subida de oito posições no ranking – 79º lugar e 16 acima do 95º lugar que ocupava em 2015.

Banda larga móvel em 700 MHz chega a 2.023 cidades brasileiras

banda larga-02-08-2017 Em 2.023 cidades de todo o País já existe viabilidade técnica para a entrada em operação do sinal do serviço de telefonia móvel na faixa de 700 Megahertz (MHz). A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) liberou, em 26 de julho, o licenciamento das estações em mais 142 municípios de 13 regiões. Entre eles estão as capitais Belém (PA), Porto Velho (RO), João Pessoa (PB) e Vitória (ES).

MCTIC: telecomunicações são a base para a Internet das Coisas crescer no Brasil

MCTIC As telecomunicações são a base para a Internet das Coisas existir no Brasil. Sem essa infraestrutura para fornecer os serviços que o ecossistema exige, não haverá Internet das Coisas no País, sustenta o secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (MCTIC), Maximiliano Martinhão.

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Inovação é crucial para gerar riqueza nos negócios de IoT

negócio lot O presidente do CPqD, Sebastião Sahão Júnior, considera que a Internet das Coisas tem a missão de melhorar a segurança, a saúde e a qualidade de vida do cidadão e, em consequência, fomentar o desenvolvimento econômico dos países. Em entrevista à newsletter da Telebrasil, o executivo adverte que, hoje, o dever do governo brasileiro é dar continuidade às ações para transformar o Plano Nacional de Internet das Coisas em uma política pública.

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Luiz Alexandre Garcia é reconduzido à presidência da Telebrasil, SindiTelebrasil e Febratel

Alexandre GarciaO economista Luiz Alexandre Garcia foi reeleito para o comando da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), do Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviços Móvel Celular e Pessoal (SindiTelebrasil) e da Federação Brasileira de Telecomunicações (Febratel). O novo mandato se encerrará em 23 de julho de 2019.

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Internet das Coisas requer isenção integral do Fistel

internet coisasPara deslanchar no Brasil, a Internet das Coisas requer a isenção integral do Fistel - Fundo de Fiscalização das Telecomunicações, afirma o diretor do SindiTelebrasil Sérgio Kern. Segundo ele, somente sem a cobrança do tributo será possível assegurar a sustentabilidade das ofertas ao consumidor. "O setor é excessivamente tributado, e precisamos corrigir essa rota em Internet das Coisas", acrescenta.

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Plano de IoT será um marco na revolução digital brasileira

Plano lotO Plano Nacional de Internet das Coisas será um marco na revolução digital da sociedade brasileira, afirma a chefe do Departamento de TIC do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Irecê Kauss Loureiro. A executiva, que concedeu entrevista à newsletter da Telebrasil, observa que a Internet das Coisas tem dois objetivos: melhorar a qualidade de vida do cidadão e acelerar a economia do País.

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Maior projeto agrícola de IoT no Brasil usa LTE para efetivar controle em tempo real

antena verde Uma solução que reúne o desenvolvimento de rede móvel de quarta geração baseada na tecnologia LTE (Long Term Evolution) e sensoriamento de RFID, licenciada para a Trópico, empresa do Universo CPqD, está sendo testada para resolver, em tempo real, grande parte dos problemas originados em 300 mil hectares de cultivo de cana-de-açúcar do Grupo São Martinho S/A, que possui ainda quatro usinas sucroenergéticas, sendo três no estado de São Paulo e uma em Goiás. O gestor de Inovação do Grupo São Martinho, Walter Maccheroni, afirma que o projeto é o mais importante de Internet das Coisas do grupo.

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Expansão de projetos de IoT redesenha modelo de negócios

predios O desenvolvimento da tecnologia de Internet das Coisas (IoT) no Brasil será um estímulo ao aumento de competitividade e aos investimentos na camada de conectividade. A afirmação é de Marcia Ogawa, sócia-líder da Deloitte para o atendimento à indústria de Tecnologia, Mídia e Telecomunicações.

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Internet das Coisas impulsiona a transformação digital

globoA Internet das Coisas é prioridade número 1 para 92% das organizações que almejam a transformação digital, aponta a pesquisa "O Futuro da IoT nas Empresas - 2017", feita pela Vanson Bourne a pedido da Inmarsat. O levantamento mostrou que a aprendizagem de máquina (38%), a robótica (35%) e a impressão 3D (31%) também são requisitos essenciais para a efetiva transformação digital das empresas.

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Brasil: um mercado de R$ 40 bilhões para IoT até 2020

dinheiro Até 2020, o ecossistema de Internet das Coisas no Brasil deve alcançar uma receita de US$ 40 bilhões, ou US$ 13 bilhões, se o Plano Nacional de Internet das Coisas for efetivamente conduzido pelo governo, pontua a IDC Brasil. Para a consultoria, o avanço de IoT está conectado ao uso de ferramentas de análise, fundamentais para transformar dados em valor para os negócios, e à computação em nuvem, que será a plataforma para processar os dados. Até 2019, segundo a IDC, 43% dos dados de Internet das Coisas serão tratados na nuvem.

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Iot Uma nova era de conectividade expande-se por todo o mundo a partir do desenvolvimento da Internet das Coisas (IoT). Da indústria ao dia a dia de qualquer habitante do planeta que tenha um smartphone, a IoT torna-se, a cada segundo, mais real, combinando um conjunto de tecnologias novas e existentes, para transformar qualquer objeto em uma fonte de informação sobre si mesmo.

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Conexões M2M vão responder por 5% do tráfego IP no mundo até 2021

chipPróximos cinco anos (2016-2021), a transformação digital global continuará a ter um impacto significativo nas demandas e requisitos das redes IP, de acordo com dados divulgados no Cisco Visual Networking Index (VNI). O aumento previsto em termos de número de usuários da Internet é de 3,3 bilhões para 4,6 bilhões, ou seja, 58% da população mundial, com crescimento também da adoção de dispositivos pessoais e conexões máquina-a-máquina (M2M) – de 17,1 bilhões para 27,1 bilhões.

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Banco móvel é o canal preferido dos brasileiros para transações financeiras

002 bmA expansão da oferta de infraestrutura de banda larga, em especial do 3G e do 4G, permitiu que o banco móvel se consolidasse como o canal preferido dos brasileiros, tendo sido responsável por 21,9 bilhões das transações bancárias realizadas no ano passado – um crescimento de 96% em relação a 2015, revela a Pesquisa de Tecnologia Bancária 2017, da Federação Brasileira de Bancos (Febraban), conduzida pela consultoria Deloitte.

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Internet móvel está presente em mais de 5 mil municípios do Brasil

002 3g4gO balanço de abril da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil) revela que 5.016 municípios, onde moram 98,3% da população brasileira, já contam com redes de terceira geração (3G). Desde abril do ano passado, 372 novos municípios receberam as redes de 3G, o que representa um crescimento de 8% no período. Essa cobertura de 3G está muito acima da obrigação imposta às operadoras, que é de 3.668 municípios.

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Painel Telebrasil 2017 acontece nos dias 19 e 20 de setembro

telebrasil2017 300x250bA 61ª edição do Painel Telebrasil acontecerá em Brasília, nos dias 19 e 20 de setembro. Executivos e autoridades do setor irão debater como preparar o Brasil para um novo ciclo que implicará a evolução do modelo político-regulatório setorial, o incentivo a novos e vultosos investimentos e a adoção de políticas públicas e estratégias empresariais que possibilitem a expansão da Internet das Coisas (IoT) e o surgimento da quinta geração da banda larga móvel (5G) e das redes de alta capacidade, assim como novos serviços digitais e soluções completas com TICs.

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Burocracia segue como entrave para o fomento da internet

002 burocraciaA segunda edição do ranking das Cidades Amigas da Internet, realizado pelo portal Teleco, poderá ter novidades no top 10. Segundo o responsável pelo estudo, Eduardo Tude, há cidades que, em função da explosão da demanda por banda larga móvel por parte de seus moradores, decidiram adequar suas legislações em prol de mais infraestrutura.

“Houve municípios que revogaram as barreiras, mas também estamos constatando localidades que não evoluíram desde o último levantamento”, adianta o especialista.

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Abrintel: barreiras à infraestrutura são originadas pelo preconceito

playlourencoPara atender à demanda da sociedade brasileira por banda larga móvel, as gestões municipais devem se conscientizar que sem infraestrutura não há condições de ofertar um serviço de qualidade ao cidadão, sustenta o presidente da Associação Brasileira de Infraestrutura para Telecomunicações (Abrintel), Lourenço Pinto Coelho, em entrevista à newsletter da Telebrasil. Segundo o executivo, a maior parte das dificuldades é originada pelo preconceito.

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Sem antena, sem celular

playantenasNinguém vive sem celular e o celular não funciona sem antena. Permitir o acesso às telecomunicações, além de incluir pessoas, gera riqueza para a economia do país. Esse é o mote do vídeo produzido pelo setor para alertar sobre a necessidade de as autoridades compreenderem a importância de se ter leis que possibilitem e incentivem a instalação de antenas para atender a demanda da população por banda larga e para o desenvolvimento dos próprios municípios.

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Dois anos depois da Lei das Antenas, mais de 300 municípios ainda têm legislação defasada

lei-das-antenas antenosA Lei das Antenas (13.116/15) completou dois anos, mas ainda há mais de 300 municípios do País com regras distintas e limitações que extrapolam a legislação federal, o que têm dificultado o processo de expansão da infraestrutura e, portanto, a ampliação da cobertura dos serviços. Para a Telebrasil, cidades que impõem restrições em determinadas regiões ou zoneamentos estão, na prática, restringindo o acesso de usuários que precisam do serviço móvel.

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Na era digital, vamos falar da democratização da Internet

banner-modulo-newsletterA Associação Brasileira de Telecomunicações começa hoje um novo trabalho de comunicação com a Newsletter Telebrasil, destinada a fomentar a discussão dos temas mais relevantes para o desenvolvimento das Telecomunicações no Brasil.

Na Newsletter Telebrasil, não vamos falar mais apenas de voz, vamos falar também de levar o acesso à Internet em alta velocidade para todos os municípios do País. Vamos falar de Internet das Coisas, da revolução dos objetos conectados e da importância de se incentivar a implementação das cidades inteligentes.

Estamos imbuídos de energia para o fortalecimento do nosso monobloco, com a participação do SindiTelebrasil e da Febratel, rumo à criação da nossa Confederação. O objetivo é unir esforços das operadoras e dos provedores da indústria para, de forma harmônica, dialogar com Anatel e com o Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, para promovermos a digitalização do Brasil.

Boa leitura! Luiz Alexandre Garcia Presidente da Telebrasil

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Big data: uma oportunidade de novos negócios

big data news1O big data é uma oportunidade de crescimento para as prestadoras de serviços de telecomunicações na América Latina. “Os dados dos usuários, serviços, redes, localização e fontes de gerenciamento podem ser monetizados através da promoção de produtos, propaganda direcionada, qualidade de experiência (QoE) e otimização de rede”, salienta Carina Gonçalves, analista da Indústria de Transformação Digital da consultoria Frost & Sullivan.

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Internet das Coisas lidera entrega de propostas para a Chamada Brasil-União Europeia

iot-news1A 4ª Chamada Coordenada Brasil – União Europeia, destinada à pesquisa em Tecnologias da Informação e Comunicação (TIC), recebeu 50 propostas, o que representa um aumento de 28% em relação ao edital anterior. Do total, 33 projetos são em Internet das Coisas, 13 em computação em nuvem e quatro em redes 5G.

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Terceirização traz segurança jurídica para a cadeia produtiva de telecomunicações

terceirizacao news1A lei que permite a terceirização em todas as atividades da empresa, sancionada pelo presidente Michel Temer no dia 31 de março, além de trazer segurança jurídica para os investimentos, vai possibilitar o aumento da competitividade global da empresa brasileira, estimulará o ritmo de inovações e terá o papel de facilitar a inclusão de um número cada vez maior de brasileiros, sustenta a Federação Brasileira de Telecomunicações (Febratel).

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Brasil bate recorde de ativações de 4G no mês de marçoo

4g news1O Brasil bateu recorde de ativações mensais em banda larga 4G no mês de março, com 4,7 milhões de novos acessos. É o melhor desempenho desde que a tecnologia de quarta geração começou a ser utilizada no País, em março de 2013. Ao todo, já existem no Brasil, 71,3 milhões de acessos 4G, segundo balanço de março da Associação Brasileira de Telecomunicações (Telebrasil), o que representou um crescimento de 119% nos últimos 12 meses. Desde março de 2016, 39 milhões de novas conexões 4G foram ativadas.

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A cada hora, usuários de telecom pagam R$ 7 milhões em tributos no País

a cada hora usuarios de telecom pagam 7 milhoes em tributos no paisOs usuários dos serviços de telecomunicações pagaram no ano passado R$ 64 bilhões em tributos, o que representou um crescimento de 6% em relação a 2015, de acordo com balanço da Telebrasil. Isso significa que a cada hora foram pagos R$ 7 milhões em tributos, em 2016. Não só o valor total vem crescendo, mas também o peso que os tributos têm nas contas de serviços de telefonia fixa e celular, banda larga e TV por assinatura.

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Prestadoras de serviços de telecomunicações investiram R$ 28 bilhões em 2016

prestadoras de serviços de telecomunicações investiram 28 bilhoes em 2016As prestadoras de serviços de telecomunicações investiram R$ 28 bilhões em 2016, especialmente em expansão de infraestrutura, ampliação de cobertura e melhoria da qualidade dos serviços. O nível elevado de investimentos mostra a confiança do setor no País, mesmo com as crescentes dificuldades, como aumento da carga tributária, baixas margens de retorno e pesado custo regulatório.

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