General Alencastro: um homem simples e realizador

Há personalidades que se tornam ícones. É o caso do gaúcho José Antônio de Alencastro e Silva, falecido no dia 29 de novembro de 2011, em Brasília (DF). O general Alencastro, como era mais conhecido, foi um símbolo de retidão e de firmeza na condução da coisa pública e preocupado com o progresso do País. Até o fim da vida, permaneceu o mesmo menino despojado de Santana do Livramento. Confira aqui

Alencastro foi daquelas pessoas que enfrentaram uma infância severa. Nasceu em 14 de abril de 1918, faltando poucos meses para o término da 1ª Guerra Mundial. Com a morte do pai, um cavalariano da fronteira gaúcha, major Antonio Maciel, a mãe, Maria da Conceição, montou uma fábrica de doces caseiros. O montepio era pouco. José Antonio, o caçula de três irmãos, tinha apenas cinco anos de idade.


O final de vida, simples e modesto, do general Alencastro é o registro de um homem cuja vida foi pautada pela “retidão e firmeza com a coisa pública”. Como testemunha, conta o hoje empresário Raul Del Fiol, que foi da diretoria da Telebrás ao tempo do general Alencastro: "ao sair da Telebrás ele decidiu, mesmo convidado por fabricantes, se afastar totalmente do setor. Levou uma vida totalmente austera, eu diria até espartana".

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