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Um olhar maduro sobre a TI

Um painel, com experientes executivos, discutiu o que são a tecnologia da informação e o planejamento estratégico e como esses recursos interagem na moderna empresa.

Curto prazo é bom

– Não ter um bom planejamento estratégico em informática equivale a jogar fora todo o arsenal de TI (computação, redes, software) e perder dinheiro – defendeu Alberto Araújo Fº. Porém, a aplicação da TI é um agente de mudança e o planejamento deve ser flexível e não demasiadamente demorado para ter sucesso.

Um planejamento demasiadamente abrangente e estruturado torna-se rígido e está fadado ao fracasso. Já não servem mais os famosos “planos diretores de informática” e as implementações de TI que levam anos. O longo prazo (LP) não pode atrapalhar o curto prazo (CP). O que funciona, hoje, em TI são os enfoques de CP, com as áreas técnicas interagindo com as operacionais e as soluções simples e rápidas.

É preciso ficar atento: 1) aos rumos da tecnologia da informação que são muito voláteis; 2) ao que acontece nas “pontas” do sistema; e 3) reservar para as áreas centrais a gestão da segurança, dados e o suporte técnico. Alberto Araújo defendeu o uso do sistema operacional Linux, um softwareaberto.

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Curitiba discute regulamentação

- O modelo da privatização privilegiou mais a universalização do que a competição – formulou Luiz Otávio Calvo Marcondes, da Brasil Telecom. Há competição na longa distância, na telefonia celular e no segmento corporativo da telefonia local, mas na telefonia residencial será difícil acontecer. Os novos entrantes não podem vencer pelo preço.

Segundo Mário Portásio, representante da operadora-espelho GVT, achar que antigas práticas monopolistas – as telecomunicações tinham a tese do monopólio natural – seriam totalmente regulamentadas, na prática não aconteceu. A topologia das redes levou anos para acontecer e as concessionárias (incumbents) que as adquiriram “cobram pequenas fortunas pela sua utilização”.

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CPqD fala sobre nossa televisão digital

Hélio Machado Graciosa, dirigente do CPqD – Fundação que dá assessoramento técnico ao Ministério das Comunicações –, com o didatismo que o caracteriza, tratou durante o 2.º Infotel, em Curitiba (PR), do panorama da implantação da televisão digital terrestre no País.

Graciosa explicou a estrutura em camadas da tevê digital: sobre uma plataforma de transmissão – de tecnologia ATSC (EUA), DVB (Europa), ISDB (Japão) ou modelo próprio (Brasil) –, sobrepõe-se uma configuração de serviços (como HDTV ou múltiplos programas) e uma camada de aplicações (tais como EPG ou guia eletrônico de programação, hipermídia, interatividade).

Citou o palestrante as diferenças entre a televisão analógica brasileira (adotamos o padrão PAL na variante específica M) e sua versão digital (com padrão a ser escolhido): são 525 linhas na analógica (e até 1080 linhas para a digital); proporções da tela 4:3 (16:9); degradação suave da imagem (abrupta: ou há ou não há boa imagem); som monoaural e estéreo (estéreo esurrounding); transmissor de 100 Kw (10 Kw); e tem canais adjacentes vazios (a tevê digital permite maior uso do espectro).

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Empresas de telefonia criam sindicato

Reunidos no Rio de Janeiro, na sede da TELEBRASIL – Associação Brasileira de Telecomunicações, representantes de 29 empresas fundaram, em 2 de setembro, o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviço Móvel Celular e Pessoal – Sinditelebrasil  A entidade vai preencher uma lacuna existente no setor de telefonia. Embora já existam outros sindicatos no segmento, nenhum representa especificamente as empresas de telefonia fixa e móvel. A criação do Sinditelebrasil dará à categoria legitimidade para negociar convenções coletivas de trabalho e representatividade para se fazer ouvir em fóruns governamentais e para pleitear sua participação na elaboração de normas e dispositivos legais que interessem ao setor.

O sindicato também terá um papel decisivo na definição de políticas e diretrizes de interesses comuns para orientar as negociações entre capital e trabalho.

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Acelerando a inclusão via 450 MHz

A idéia é ousada: construir uma infovia wireless de banda larga multioperadora para viabilizar novos serviços de telecomunicações e deslanchar a inclusão digital no Brasil. Seu idealizador e principal defensor, o vice-presidente de Desenvolvimento de Negócios da Lucent, Luiz Cláudio Rosa, está otimista quanto à viabilidade da alternativa. “A Anatel já verbalizou interesse em implementar mum modelo regulatório para dar sustentação à proposta”, revelou Rosa, acrescentando que até meados de 2004 seria possível criar um ambiente de concessão de novos serviços.

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CDG promove Conferência Latino Americana 2004CDMA

Segundo Celedonio von Whutenau, diretor do CDMA Development Group, foram cerca de 250 participantes, da América Latina, EUA, Europa, Índia, Coréia e China, presentes ao evento, dentre representantes de operadoras, fornecedores de tecnologia, de acesso e conteúdo, reguladores e consultores.

Um dia do evento foi reservado ao roaming, com palestrantes da VIvo, Cibernet, Verisign, Gemplus e Vodafone. O encontro também teve palestras da Anatel, Nortel Networks, Lucent Technologies e Nokia, dentre outras. Luis Avelar, vice-presidente da Vivo, moderou um painel sobre o CDMA2000 para a América Latina. Outro painel mostrou como utilizar bem a rede CDMA na introdução de novos serviços.

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