Abrintel: barreiras à infraestrutura são originadas pelo preconceito

01/06/2017

Para atender à demanda da sociedade brasileira por banda larga móvel, as gestões municipais devem se conscientizar que sem infraestrutura não há condições de ofertar um serviço de qualidade ao cidadão, sustenta o presidente da Associação Brasileira de Infraestrutura para Telecomunicações (Abrintel), Lourenço Pinto Coelho, em entrevista à newsletter da Telebrasil. Segundo o executivo, a maior parte das dificuldades é originada pelo preconceito.

“Ainda há, apesar dos relatórios da Organização Mundial de Saúde (OMS), quem pense que o celular faz mal à saúde. Isso faz parte de uma bula antiga que precisa ser trocada. Todo mundo já está ciente de que não há dano à saúde, mas a bula antiga ainda está lá”, observa. O presidente da Abrintel lembra ainda que a OMS estabeleceu um nível máximo de radiação a ser respeitado pelas prestadoras de serviços, e a Anatel determinou que aqui o índice máximo é de apenas 10% desse montante.

O apetite para consumir 3G e 4G existe na população, e a adequação das legislações se faz urgente. “Uma das associadas da Abrintel protocolou cinco pedidos em um município e, depois de cinco anos, apenas uma torre foi licenciada”, lamenta. Assistam à entrevista com o presidente da Abrintel, Lourenço Pinto Coelho.

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